terça-feira, 31 de outubro de 2017

"In a Heartbeat" - O primeiro curta LGBTWXYZ de animação

Se você, assim como eu, gosta de levar os filhos ao cinema no período de férias, deve ficar ciente que muito provavelmente, levará seu filho para ver um curta ¹LGBTWXYZ, isso mesmo!

Em ²julho desse ano foi lançado nos EUA um curta de animação chamado "In a Heartbeat" que resumindo, mostra um rapazinho que apaixona-se por outro rapazinho. Tudo no climinha "so cute" e politicamente correto. Essa animação foi indicada a 8 prêmios, tendo vencido 5 deles e espera o resultado de mais dois festivais. Tirando as apresentações nas salas de cinema, compartilhamentos por mídias sociais, apenas no YouTube já foi visto mais de 30 milhões de vezes e não para de aparecer vídeos mostrando a reação das pessoas em apoio do mesmo, como se fosse algo trivial e típico!

Creio que não podemos calar, não agora, nunca mais! Nosso inconformismo, se é que existe, dever ser evidenciado, expresso, gritado!


Algumas vezes, nós cristãos somos taxados de "bitolados" que enxergam chifre na cabeça de porco e que demonizamos a cultura. Se essa subcultura "gayzista" não milita para o desarranjo familiar como concebido ³originalmente, o que está acontecendo?



Sabemos que o marxismo cultural lavou grande parte do mundo... é incrível a covardia que se faz nos cursos acadêmicos aqui do Brasil, principalmente de humanas... nossos jovens, ainda em formação são doutrinados por autores esquerdistas e rapidamente assimilam suas idéias.... pior ainda, promovido pelo Estado que deveria ensinar. Aqui faço uma crítica aos militares, no final do Regime Militar as escolas não poderiam ter ficado a mercê dos que viram nessa lacuna a possibilidade de reavivar ideais socialistas, investindo nas próximas gerações. Soma-se a isso a omissão de 'i'responsáveis que legam o papel de pais a qualquer um que queira investir tempo em seus filhos, afinal, "papai e mamãe precisam ganhar dinheiro".

Quando o assunto é educação de filhos, entendo que é prerrogativa exclusiva da família, e é a família (tutores legais) que decidem o que é bom, moral e probo para seus filhos. Deve-se lembrar que o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) assim preceitua:

Art. 22. Aos pais incumbe o dever de sustento, guarda e educação dos filhos menores, cabendo-lhes ainda, no interesse destes, a obrigação de cumprir e fazer cumprir as determinações judiciais.
Parágrafo único. A mãe e o pai, ou os responsáveis, têm direitos iguais e deveres e responsabilidades compartilhados no cuidado e na educação da criança, devendo ser resguardado o direito de transmissão familiar de suas crenças e culturas, assegurados os direitos da criança estabelecidos nesta Lei. (Incluído pela Lei nº 13.257, de 2016). 

O camarada quer viver desse ou daquele modo.... não o impedirei.... mas sugerir, induzir e ensinar às crianças que há nisso normatividade, "é pacabá"!

Agora vamos lá, imagine só... você e seus filhos, todos animados com o cinema em família, quando de repente.... PAH... "In a Heatbeat"!

O que se pode fazer?
Barulho, muito barulho... vamos denunciar... quem sabe, surge uma medida cautelar... talvez conseguir barrar a exibição nos cinemas brasileiros.... só não podemos esperar até que a violação de consciência se efetive!

Além de fazer barulho, nossas crianças precisam estar preparadas para uma eventual "surpresa", não apenas pelo curta em questão, mas nas diversas situações do cotidiano. Penso que pais responsáveis devem usar o ambiente controlado e seguro de um lar em seu favor. Ore, peça a Deus sabedoria, as palavras corretas, o tom acertado e converse com o seu pequeno... exalte a beleza da criação de Deus e dos papeis dados por Ele para o homem e a mulher.

Não permita que sua descendência seja atacada sem que saiba de onde veio a "dardo", prepare-se e prepare-a.


Que o Senhor nos ajude!


Segue o curta:

  



¹ - Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e o que mais couber na salada de gêneros que querem nos vender;
² - Data estratégica para pegar a criançada no Cinema (férias do verão nos EUA)
³ - "Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou." (Gênesis 1:27)

domingo, 24 de setembro de 2017

Culto ou Encenação

Chegou o domingo, primeiro dia da semana, dia em que a esmagadora maioria da cristandade reune-se para adorar coletivamente a Deus. Pelo menos deveria ser assim. No entanto, o que posso observar em uma parcela significadamente grande, é que a adoração passa muito longe do objetivo central de se estar em uma igreja.
Creio que peças teatrais têm sido encenadas domingo após domingo, por muitos frequentadores. Sei que este escrito parece uma tentativa tosca de arbitrar o "foro íntimo", mas sinceramente digo, NÃO É! É fruto da observação que faço em toda ocasião de culto.
Na igreja em que trabalho e congrego, nós os pastores, tomamos assento em lugares próximos ao púlpito, de onde faço minhas observações e em alguns casos, anotações.
O que vejo lá de cima, às vezes, me faz pecar. Não entendo, não consigo entender o que faz uma pessoa chegar 30, 40 minutos, até uma hora depois do início do culto. Não entendo a "levantação" continua para ir ao banheiro ou beber água. Não entendo a conversação interminável que algumas pessoas tecem durante a pregação (se pelo menos comentassem do sermão). Não entendo o fato de estarem tão focados nos momentos musicais e tão dispersos na hora do "filé mignon". Não consigo entender a enorme ansiedade para o termino, isso é, quando não saem bem antes do culto terminar. 
O culto no primeiro dia da semana, dia em que o Senhor Jesus ressuscitou, deveria ser o ponto alto de uma semana vivida para a Glória de Deus. Se as pessoas agem assim no dia e local em que sua reverência deveria aparecer com mais clareza e exuberância, o que ocorre durante a semana?

A resposta parece muito óbvia, ENCENAÇÃO, PEÇA TEATRAL!

E você, o que tem feito? 
Tem oferecido a Deus um culto reverente, racional (Rm 12:1-2), fruto de uma semana em que buscou glorifica-Lo em tudo?   
Ou apenas coloca sua "roupinha de ver Deus" e encena um grotesco pastelão dos mais sem graça?

Que sua opção seja a primeira, para o seu bem, segurança e alegria!

Soli Deo Gloria

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Discipulado não é mágica!

Desde 2004 invisto bastante tempo em discipulado pessoal. Nesse período conheci várias literaturas com o tema ou alusivos a ele, aproveitei muita coisa, reutilizei outras tantas, reciclei idéias, elaborei materiais e depois disso tudo, quase 11(onze) anos, uma certeza: "Não existe mágica no discipulado!" 

Tendo visto tanto material, a grande tentação é sucumbir a tirania do pragmatismo de resultados rápidos e adotar métodos enlatados de ministérios e/ou igrejas ao redor do mundo, que até podem ter dado certo naquele contexto e com muita sorte dará certo fora dele; o mais interessante é que nem precisa ser método estrangeiro para falhar em outras aplicações. Num país continental como o nosso, um método pensado para a região norte, por exemplo, certamente terá dificuldades no sul/sudeste. Desta forma, conhecer o povo com quem se trabalha é o primeiro e mais importante passo que alguém interessado em desenvolver um trabalho eficaz de discipulado pode tomar. Sem isso, não importa o quão bem sucedido o método A, B, C ou D, tenha sido em seus propósitos, muito menos a experiência e tempo de ministério do proponente, e menos ainda sua boa vontade, sem conhecer o seu povo, o discipulado é apenas um programa a mais, mais uma agenda na vida já sobrecarregada dos nosso dias.

O tempo para adquirir tal conhecimento depende totalmente do comprometimento do líder com o povo. Em média, quase um ano andando junto, observando, aprendendo, experimentando, sentindo o povo, entendendo sua forma de pensar, agir, expressar, grau de escolaridade, interesses, hábitos de diversão e tantas outras situações ... enfim, é impossível aplicar algo sem saber a real necessidade do povo. 

Sei que a necessidade geral e o que se busca com o discipulado é que pareçam cada vez mais com Jesus. Mesmo com um propósito tão fixo e claramente definido, a forma de comunicar os conceitos que devem ser adotados varia muito de contexto para contexto. 

Haverá pouco sentido num programa focado em fomentar oração em contexto onde não há dificuldades com oração, da mesma maneira, será inócuo um programa focado no serviço dos crentes onde o trabalho for uma marca patente. Por isso, observar é obrigatório. Se não houver paciência para observar, é melhor que tente outra coisa, o discipulado não acontecerá de maneira correta e seus resultado não serão duradouros!

Como período inicial, dando ensejo para o que falei anteriormente, tenho utilizado estudos expositivos da primeira carta de João, parágrafo por parágrafo, versículo por versículo, um verdadeiro manual de vida e prática cristã. Altamente confrontador, o estudo expositivo da carta tem como objetivo gerar crises, isso mesmo, CRISES! Todas visando CRESCIMENTO E MATURIDADE. Os discipulandos são desafiados todo o tempo para que vivam de modo digno, submetam-se a Deus, Sua Palavra, fechem as brechas encontradas, além é claro, de preparar-se para em momento posterior, discipular outros.

*Para uma boa compreensão do texto sugerido, é interessante conhecer e ter bons comentários bíblicos. 

Contudo, comece pela oração. Seja disposto às mudanças e acredite, ocorrerão! Em seguida, vá para o texto, leia os 5 (cinco) capítulos da carta diariamente até que você mesmo seja confrontado e desafiado. Anote tudo, revise e seja ensinável. Você não ensinará antes que aprenda!

Lembre-se: Discipulado não é mágica!

terça-feira, 5 de maio de 2015

Bom dia moçada!

    05/05/2015                                     
    Gênesis 3. 2-7                                                                                           
“...Abel foi pastor de ovelhas, e Caim foi lavrador da terra. E aconteceu ao cabo de dias que Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao Senhor. E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura; e atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta. Mas para Caim e para a sua oferta não atentou. E irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o semblante. E o Senhor disse a Caim: Por que te iraste? E por que descaiu o teu semblante? Se bem fizeres, não é certo que serás aceito? E se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo, mas sobre ele deves dominar.”

Todos nós em certa medida somos desafiados e tentados diariamente e por vezes nos vemos assaltados pela ira. Caim, num misto de inveja e descuido... 

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