sábado, 24 de setembro de 2011

A lenda da liberdade humana

Vivemos numa sociedade puramente egocêntrica, onde é bonito falar que não tem do que se arrepender. É comum à algumas "personalidades" questionadas sobre algum arrependimento na vida, a seguinte resposta: "Só me arrependo do que não fiz!". São louvados e seguidos em seu "discurso livre" e geralmente citam algo que não conhecem o significado, a total liberdade humana, ou a lenda do "Livre Arbítrio". É precisamente aqui que entro!

 Vamos falar de liberdade?
 Farei uso de silogismo categórico regular, acompanhe:

O homem possui livre arbítrio.
Livre arbítrio é total liberdade de escolha.
Logo, o homem decide tudo livremente 


Parece lógico, mas é a maior conversa fiada que pode existir. A neuro ciência já desmontou o mito que muitos insistem em adotar como dogma e expressão de fé. Antes de prosseguir, veja a reportagem da "Super Interessante" - *"O Livre Arbítrio não existe".

Então, o resumo é o seguinte: antes mesmo de tomarmos alguma decisão "o nosso cérebro" nos engana e condiciona o que achamos decidir, baseado em informações já dispostas. A harmonia com o ensino bíblico reformado é espantosa. É claro que o resguardo das proporções evita a extensão disso para a "pré-queda". Mas é realmente impressionante!

Concordo com o relato científico e testes conclusivos, precisamos ter maturidade suficiente para tal. Afinal, não me parece inteligente demonizar a ciência quando essa desmonta mitos. Nossa busca é sempre pela verdade, não importa quem diga, desde que seja verdade.

Biblicamente falando, é necessário ter em conta dois períodos distintos que norteiam e limitam a extensão da liberdade humana, vejamos:

Pré-queda:
Antes da queda o homem era totalmente livre, não havia nele qualquer desejo interno, para o bem ou para o mal. Não havia qualquer inclinação subjetiva que o direcionasse ao acerto ou ao erro. Mas houve uma instrução clara, uma determinação de Deus para a obediência, e fazendo uso e sua liberdade, o homem escolheu a desobediência. Veio a queda!

Pós-queda:
Na queda as coisas mudam de figura, o homem não é mais livre para decidir, pois está marcado pelo pecado que permeia toda volição humana. Assim, toda a decisão passa antes por crivos e é tocada pelo pecado que habita o ser humano. Ele pode decidir sobre vários aspectos, qual cor de blusa ou calça usar, virar à direita ou à esquerda, comer maça ou pera, etc. Mesmo assim, está pré-disposto a uma preferência, da qual é subjetivamente prisioneiro. Mas, para questões morais, sempre lutará com a inclinação pecaminosa, pois é escravo cabal dela. Falando de bem espiritual, não há como decidir pelo que é bom, já que está morto espiritualmente.


Como a minha opinião não importa muito, na verdade, nada importa, olhemos para quem tem autoridade no assunto,  A BÍBLIA SAGRADA:


*Deus criou o homem livre, aqui sim havia livre arbítrio. 
E tomou o SENHOR Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar.
E ordenou o SENHOR Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente,
Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás. (Gênesis 2:15-17)


*A queda anulou o poder de vontade do ser humano quanto a qualquer bem espiritual.
Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou o não trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia.
Está escrito nos profetas: E serão todos ensinados por Deus. Portanto, todo aquele que do Pai ouviu e aprendeu vem a mim. (João 6:44-45)



Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.                            (1 Coríntios 2:14)


E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados,
(Efésios 2:1)



Estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos),
(Efésios 2:5)



Porque também nós éramos noutro tempo insensatos, desobedientes, extraviados, servindo a várias concupiscências e deleites, vivendo em malícia e inveja, odiosos, odiando-nos uns aos outros.
Mas quando apareceu a benignidade e amor de Deus, nosso Salvador, para com os homens,
Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo 
(Tito 3:3-5)



* A Graça restaura parcialmente a liberdade do ser humano.
Porque o que faço não o aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço.
E, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa.
De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim.
Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem.
Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço.
Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim.
Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo.
Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus;
Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros. 
(Romanos 7:15-23)



Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. 
(1 João 1:8)



Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós. 
(1 João 1:10)



* A vontade humana precisa ser submetida à direção do Espírito Santo
Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito.
Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e paz.
Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser.
Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus.
Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele.
E, se Cristo está em vós, o corpo, na verdade, está morto por causa do pecado, mas o espírito vive por causa da justiça.
E, se o Espírito daquele que dentre os mortos ressuscitou a Jesus habita em vós, aquele que dentre os mortos ressuscitou a Cristo também vivificará os vossos corpos mortais, pelo seu Espírito que em vós habita.

De maneira que, irmãos, somos devedores, não à carne para viver segundo a carne.
Porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis.
Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus.
Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai.
O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. 
(Romanos 8:5-16)



Digo, porém: Andai em Espírito, e não cumprireis a concupiscência da carne.
Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes opõem-se um ao outro, para que não façais o que quereis.
Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais debaixo da lei.
Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia,
Idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias,
Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus.
Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.
Contra estas coisas não há lei.
E os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências.
Se vivemos em Espírito, andemos também em Espírito.
(Gálatas 5:16-25)



De sorte que, meus amados, assim como sempre obedecestes, não só na minha presença, mas muito mais agora na minha ausência, assim também operai a vossa salvação com temor e tremor;
Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade.
Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas;
Para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo;
Retendo a palavra da vida, para que no dia de Cristo possa gloriar-me de não ter corrido nem trabalhado em vão.
(Filipenses 2:12-16)



*Somente na glória a vontade do ser humano será plena e livre.
Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos.
(1 João 3:2)



Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeçar, e apresentar-vos irrepreensíveis, com alegria, perante a sua glória,
Ao único Deus sábio, Salvador nosso, seja glória e majestade, domínio e poder, agora, e para todo o sempre. Amém.
(Judas 1:24-25)



Hoje podemos dizer que homem tem escolhas, mas não são livres. Há sempre a pré-disposição e a preferência. Portanto, ainda que o ser humano tome decisões, essas nunca, jamais estão isentas de inclinações, sejam elas quais fores. Assim, dizer que possuímos livre arbítrio, principalmente quanto a bem espiritual é ignorar o básico, somos marcados por inclinações pecaminosas que nos traem e por elas jamais chegaríamos a qualquer conclusão boa quanto a Deus e a nós mesmos.

A única conclusão que o homem caído pode chegar sema interferência prévia de Deus é à aclamada popularmente e já citada anteriormente: "Só me arrependo do que não fiz!"


A grande questão aqui é egocêntrica... que o Senhor nos livre disso!


sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Odeio "aborrecentes"!

Se tem uma coisa que me deixa com "sangue nos zói", essa é o uso do termo pejorativo para qualificar a faixa etária das descobertas, conflitos e definições, a adolescência. O vocábulo em questão transmite a ideia de aborrecimento, desordem ou anarquia mesmo, o que não posso concordar. Como muitos sabem, tenho verdadeira paixão pela fase em questão. Comecei o Ministério servindo justamente, o que chamamos em Aimorés-MG (onde o Chamado me encontrou) de pré-adolescentes, entre 10 e 13 e posteriormente, a galerinha até os 17, se bem que, alguns recusavam-se a "cruzar o rio" para a vida adulta, o que é compreensível na maioria dos casos. De 2000 à 2006 acompanhei a transição de vários irmãos que tenho hoje como filhos. Acho que basta pra falar do amor e apreço que tenho no cuidado desse nicho determinante para o futuro, não só da igreja, mas da sociedade como um todo.


O que pode levar alguém a imaginar que pulou da infância para a vida adulta? Será que formam dormir com 10 e acordaram com 18 anos? DIVI-DE-Ó-DÓ! Por mais que em dados momentos quisesse fazer os dias passarem como meses, enfrentei minha etapa!

Penso que pessoas mau resolvidas com a própria vida, em particular, com o período em questão, tendem a desprezá-lo. Outro fator que leva a tal menosprezo é a arrogância de quem esqueceu o tanto de dúvidas cultivou nessa época.

No trato com esses irmãos, aprendi a avaliar situações de forma holística, integral... Os tais "aborrecentes" são muito transparentes e seus atos e palavras, mesmo quando não falam o que pensam, estampam nas feições!

Aprendi que eles só precisam de amor, companheirismo e pasmem, DISCIPLINA... clamam por isso! Lembro-me da despedida que me fizeram quando precisei deixá-los para estudar (dez/2006), um dos rapazes, em lágrimas, me  fez a seguinte pergunta: "E AGORA, QUEM VAI CHAMAR MINHA ATENÇÃO QUANDO EU VACILAR?".

Já no IBEL, uma irmã me liga de um congresso que acabara de chegar e disse o seguinte: "Max, estou pegando as meninas e voltaremos ainda hoje pra casa, não fico aqui. Max, tudo o que você nos ensinou sobre ficar, ela (uma irmã que havia assumido o Ministério) contradisse. Max, sabe o que ela disse? -Aproveitem mesmo, beijem muito, eu fazia igualzinho na minha época! Max, não aceitamos a liderança dela!

Há 2 meses recebi de uma irmã, uma mensagem na rede social informando que estava disposta a voltar a Cristo e à igreja, que não conseguia esquecer o que aprendeu sobre um relacionamento com Deus.


Esses dias mais, um dos "filhos" entra em contato dizendo que enquanto ministrava na Igreja, lembrava das nossas conversas e do discipulado.

Não há aqui qualquer tentativa de gloriar-me, cito apenas para que fique claro... investir no adolescente e colher pra toda a vida!

Vale muito a pena ora, chorar, amar, esquentar a cabeça, andar junto, admoestar e tudo isso sem a barreira de conceitos forjados por frustrações de terceiros. Para alguns a adolescência é o período marcado pela esquisitice e rebeldia. Discordo! Penso que a idade das descobertas é marcada pelo empreendedorismo, arrojo, vontade, serviço e transbordante disposição, esperando apenas quem os direcione seguramente.

Ah, dê uma olhadinha em um pequeno resumo do tema "adolescentes" aqui.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

7 de setembro - Independência do Brasil



Independência do Brasil: processo histórico culminado com a proclamação de Dom Pedro I.
A independência do Brasil, enquanto processo histórico, desenhou-se muito tempo antes do príncipe regente Dom Pedro I proclamar o fim dos nossos laços coloniais às margens do rio Ipiranga. De fato, para entendermos como o Brasil se tornou uma nação independente, devemos perceber como as transformações políticas, econômicas e sociais inauguradas com a chegada da família da Corte Lusitana ao país abriram espaço para a possibilidade da independência.

A chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil foi episódio de grande importância para que possamos iniciar as justificativas da nossa independência. Ao pisar em solo brasileiro, Dom João VI tratou de cumprir os acordos firmados com a Inglaterra, que se comprometera em defender Portugal das tropas de Napoleão e escoltar a Corte Portuguesa ao litoral brasileiro. Por isso, mesmo antes de chegar à capital da colônia, o rei português realizou a abertura dos portos brasileiros às demais nações do mundo.

Do ponto de vista econômico, essa medida pode ser vista como um primeiro “grito de independência”, onde a colônia brasileira não mais estaria atrelada ao monopólio comercial imposto pelo antigo pacto colonial. Com tal medida, os grandes produtores agrícolas e comerciantes nacionais puderam avolumar os seus negócios e viver um tempo de prosperidade material nunca antes experimentado em toda história colonial. A liberdade já era sentida no bolso de nossas elites.

Para fora do campo da economia, podemos salientar como a reforma urbanística feita por Dom João VI promoveu um embelezamento do Rio de Janeiro até então nunca antes vivida na capital da colônia, que deixou de ser uma simples zona de exploração para ser elevada à categoria de Reino Unido de Portugal e Algarves. Se a medida prestigiou os novos súditos tupiniquins, logo despertou a insatisfação dos portugueses que foram deixados à mercê da administração de Lorde Protetor do exército inglês.

Essas medidas, tomadas até o ano de 1815, alimentaram um movimento de mudanças por parte das elites lusitanas, que se viam abandonadas por sua antiga autoridade política. Foi nesse contexto que uma revolução constitucionalista tomou conta dos quadros políticos portugueses em agosto de 1820. A Revolução Liberal do Porto tinha como objetivo reestruturar a soberania política portuguesa por meio de uma reforma liberal que limitaria os poderes do rei e reconduziria o Brasil à condição de colônia.

Os revolucionários lusitanos formaram uma espécie de Assembleia Nacional que ganhou o nome de “Cortes”. Nas Cortes, as principais figuras políticas lusitanas exigiam que o rei Dom João VI retornasse à terra natal para que legitimasse as transformações políticas em andamento. Temendo perder sua autoridade real, D. João saiu do Brasil em 1821 e nomeou seu filho, Dom Pedro I, como príncipe regente do Brasil.

A medida ainda foi acompanhada pelo rombo dos cofres brasileiros, o que deixou a nação em péssimas condições financeiras. Em meio às conturbações políticas que se viam contrárias às intenções políticas dos lusitanos, Dom Pedro I tratou de tomar medidas em favor da população tupiniquim. Entre suas primeiras medidas, o príncipe regente baixou os impostos e equiparou as autoridades militares nacionais às lusitanas. Naturalmente, tais ações desagradaram bastante as Cortes de Portugal.

Mediante as claras intenções de Dom Pedro, as Cortes exigiram que o príncipe retornasse para Portugal e entregasse o Brasil ao controle de uma junta administrativa formada pelas Cortes. A ameaça vinda de Portugal despertou a elite econômica brasileira para o risco que as benesses econômicas conquistadas ao longo do período joanino corriam. Dessa maneira, grandes fazendeiros e comerciantes passaram a defender a ascensão política de Dom Pedro I à líder da independência brasileira.

No final de 1821, quando as pressões das Cortes atingiram sua força máxima, os defensores da independência organizaram um grande abaixo-assinado requerendo a permanência e Dom Pedro no Brasil. A demonstração de apoio dada foi retribuída quando, em 9 de janeiro de 1822, Dom Pedro I reafirmou sua permanência no conhecido Dia do Fico. A partir desse ato público, o príncipe regente assinalou qual era seu posicionamento político.

Logo em seguida, Dom Pedro I incorporou figuras políticas pró-independência aos quadros administrativos de seu governo. Entre eles estavam José Bonifácio, grande conselheiro político de Dom Pedro e defensor de um processo de independência conservador guiado pelas mãos de um regime monárquico. Além disso, Dom Pedro I firmou uma resolução onde dizia que nenhuma ordem vinda de Portugal poderia ser adotada sem sua autorização prévia.

Essa última medida de Dom Pedro I tornou sua relação política com as Cortes praticamente insustentável. Em setembro de 1822, a assembleia lusitana enviou um novo documento para o Brasil exigindo o retorno do príncipe para Portugal sob a ameaça de invasão militar, caso a exigência não fosse imediatamente cumprida. Ao tomar conhecimento do documento, Dom Pedro I (que estava em viagem) declarou a independência do país no dia 7 de setembro de 1822, às margens do rio Ipiranga.
Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola